Dylan Dog: Morte em 16 por 9
Páginas: 208 Cores: Não Capa dura: Sim Formato: 180 x 275 ISBN: 978-989-9202-94-8
Sinopse
Criado por Tiziano Sclavi em 1986, DYLAN DOG é o célebre investigador do paranormal, o detective dos pesadelos, uma das mais conhecidas personagens de BD de sempre, cujas aventuras ao mesmo tempo aterradoras, inquietantes e melancólicas, têm encantado leitores – e leitoras – em todo o mundo. Onde termina o artista e começa a obra, onde se interrompe a dor e se inicia o prazer, onde se fundem as linhas que separam a vítima do carrasco? É nesse espaço liminal nebuloso que se terá de mover Dylan Dog, lutando para não acabar sufocado nas espirais inebriantes de uma misteriosa mecenas que fez da arte a sua razão de vida. E de morte. Roberto Recchioni e Corrado Roi arrastam-nos numa viagem alucinante, uma tempestade de emoções contrastantes que levará o investigador do pesadelo a ficar prisioneiro de uma mente alienígena, e o levará ao ponto de ruptura, a um passo do abismo, obrigando-o a enfrentar os piores fantasmas do seu passado.
Roberto Recchioni nasceu em Roma em 1974, contando com uma extensa carreira na banda desenhada, crítico e articulista em revistas de cinema e vídeo-jogos, mas também escritor. A sua carreira nos fumetti é extensa e teve o seu início em 1993, quando realizou Dark Side para a BDB Presse. De seguida colabora com StarShop (Dark Side – Battaglia), Comic Art (Pugno), Astorina (Diabolik), Eura Editoriale (criador e argumentista de várias séries, entre elas John Doe e Detective Dante), Sergio Bonelli Editore (Dylan Dog, Orfani, Monolith, Tex e Le Storie), Disney, Panini (David Murphy: 911) e para a americana Heavy Metal. Foi o curador de Dylan Dog entre 2013 e 2023, série onde veio imprimir um cunho pessoal, nomeadamente a partir do #401, quando redefiniu todas as bases da personagem, mas mesmo depois de deixar esse cargo, continuou como um dos mais importantes escritores da série, assinando, entre outros, os encontros entre Dylan Dog e Dampyr e Batman, em histórias já publicadas pel’A Seita. O seu campo de acção principal são os fumetti, mas, tal como o próprio autor sublinha “…venho de um bairro dos arredores de Roma e tive uma infância quase sempre solitária, por isso os videojogos foram a minha primeira evasão e depois uma paixão que partilhei com os amigos.” Um dos mais populares, talentosos e prolíficos desenhadores italianos de fumetti, Corrado Roi encontrou nas aventuras de Dylan Dog o palco de eleição para o seu estilo sombrio e estilizado. A sua estreia na editora Bonelli faz-se em meados da década de 80 nas séries Mister No e Martin Mystère, antes de se afirmar na série Dylan Dog, de que desenhou dezenas de histórias, incluindo a história em três partes, Os Inquilinos Arcanos, que foi o seu primeiro trabalho publicado em Portugal, seguindo-se a colaboração com o cineasta Dario Argento em Trevas Profundas, publicada pel’A Seita na colecção Aleph. Para além da sua colaboração na série Dylan Dog, que inclui as capas da Colecção Grande Ristampa, Roi ilustrou também um volume anual de Tex e diversas histórias de Nathan Never, Julia, Mágico Vento e Dampyr, para além da mini série UT, o seu projecto mais pessoal, escrito a meias com Paola Barbato, argumentista com quem já tinha colaborado por diversas vezes nas aventuras do detective do pesadelo.





